Pare de fingir que se preocupa
Sei que nem ligas para minha vivência
Sôo tão banal que nem se dá ao trabalho de me amar
Nem buscas entender o que me aflige
Pode ser que eu nem mereça seu precário afeto
Ou seu ordinário e vil aperto de mão
Ultimamente tenho sido tão minha
Não sobra espaço pra mais ninguém
Preciso ocupar-me ou ficarei louca
Gritarei desvairada buscando subir aos céus de Ismália
Não preciso de perdão pois só machuco a mim mesma
Estou presa em meu sórdido calabouço
Que só só me traz tristeza e dor
Alimento os meus próprios carrascos
terça-feira, 13 de julho de 2010
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